sem título de jeito

April 20, 2010

ºh~

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Pudera!

February 26, 2010

Cheira-me que os factos estão relacionados de alguma maneira…

Notícia Público online

Notícia Público online

Series de Vampiros

Séries de Vampiros

e cheira mal.

Parvabéns Averell

July 15, 2009
averell dalton silva

averell aníbal cavaco dalton ( e silva )

Pois é meu velho, fazes anos hoje e cumpres já setenta ( daí eu ter começado por te chamar “meu velho”).

Olha.. sem muito mais para te dizer senão parvabéns, desejo-te só muitas felicidades e que mandes cumprimentos aos teus três irmãos.

Agora que me lembrei deles senti a súbita necessidade de te pedir que tenhas mão neles. Tenta incutir-lhes algum juízo. És o mais alto e era bom que tentasses mantê-los na linha, que não se metessem em alhadas, enfim. Já to tinha pedido antes e até te disse que não pode ser assim tão difícil.

( mas no fundo, eu sei que te  é impossível )

Um caloroso abraço.

ºh~

Playboy pt

June 1, 2009

É só para avisar que a playboy portugal está,  na minha ómilde opinião, a ser uma sequencia de flops de proporções cataclísmicas.

Caso ninguém tenha reparado,  a primeira capa foi um flop. A segunda não foi tão bera mas não sei se terá conseguido içar do buraco onde a primeira capa enfiou a revista um mês antes.  E agora, para um culminar de flops, a nossa querida Ana Malhoa.

Para um mestre das artes contemplativas como eu, ver que a miúda do Buereré tem as mamas mais feias que alguma vez vi em qualquer publicação do género, foi um golpe muito baixo.  É que a moçoila,  assim com roupa reduzida como costuma aparecer, até não me agrava as dioptrias,  não é hedionda, digamos. Mas valha-nos São Belzebu…  se não tinha mamas, optar por dois globos disformes e proeminentes, um de cada tamanho, não foi a coisa mais acertada que terá feito.

Em suma, fiquei com pena dela. Honestamente, não tive outra reacção senão pensar:  coitadinha… agora toda a gente vai ver.

Pena também me dá,  pensar que em qualquer outro país,  coisas como a Ana Malhoa, nunca seriam material playboy.  Só mesmo em PT.

Tenho grunhido e fica o aviso dado.

Das Gnü 2009

January 9, 2009

Depois de um ano de transformações, umas calculadas, outras imprevistas e outras ainda  desnecessárias, ano em que não me consegui obrigar a despejar as parvoíces costumeiras neste  blog no ritmo em que outrora o fazia, eis que chega um novo ano. Dois mil e nove.  Planeio recuperar este último ano de 2008 em que quase não publiquei nada,  por resumir agora, em 2009, o que se passou na minha bela vida de gnü.

De repente lembrei-me, tal como já acontece há uns nove anos por volta desta altura, da expressão que usava com tanto carinho, ouvia com tanto prazer, um verdadeiro portento de sabedoria popular :

“Isso agora, só lá para o ano dois mil.”

Uma expressão que não raro era usada para descrever uma situação de precariedade, para expôr situações políticas ou sociais, problemas a ser resolvidos em geral. Um belíssimo dito temperado em medidas desiguais de pessímismo em pó e uma profunda esperança sem cafeína, ambos típicos do povo português.

Claro que o cenário era bem diferente. O mundo era bem diferente, creio. Era Averell Dalton quem governava, o país encontrava-se em crise, apertavam-se os cintos e eu era um adolescente muuito pouco importado com isso. Interessava-me bastante mais o desgrenhanço de cabelos a la Robert Smith, blusões de cabedal a la depeche mode, obcecava com o fenómeno estranhíssimo do arrastamento de luz multi colorida que os brilhos metálicos, de saxofones por exemplo, provocavam  a qualquer movimento, na imagem de qualquer televisão. Mantinha também um interesse descontrolado mas saudável pela Julie Christie no belo filme “Doctor Zhivago”. Mas zhivago… perdão, divago.

Era muitissimo aliviante usar essa expressão que a que me refiro, pela distancia que esse ano tinha, pela distancia intransponível que criava entre um problema e a sua solução, num tom que denotava um belo e revoltado  “está tudo mal”. Presumo que muitos se lembrem dessa expressão com o mesmo carinho com que eu e que desde o fim de 1999 também sintam que se instalou um vazio. Uma pequena mágoa por termos sido privados do uso de tão bela frase, pelo menos com sentido e não por ser tão deliciosamente parva.

Entrementes, dei-me conta de uma coisa ainda mais estranha. Tirando uma ou outra coisa, pouco mudou. Continuo a ver o Averell Dalton à frente do país, os cintos apertam-se, a  crise é profunda até mai não  e continuo completamente alheio ou interessado em tudo menos isso.

Parece-me que a diferença mais importante entre esse periodo e este é que deixou de se dizer e muito bem, “ah, isso agora, só la para o ano dois mil”. Assim, contra toda a razão, fico com saudades dos anos oitenta. É  triste, não é?.

Ah, não. É parvo.

Wishful thinking

April 14, 2008

Letras de músicas

September 12, 2007

Reparei, fazendo uso da minha aguçada capacidade de observação, que muitas pessoas gostam de publicar nos seus blogs letras de músicas que lhes chamaram ao sentimento, à atenção, por serem muito bem escritas, pura literatura musicada ou talvez por outras razões, não sei muito bem. Seja como for, parece-me que é um hábito ao qual consegui fugir até agora (salvo uma excepção de cariz parvo… claro).

Pensei bastante sobre este assunto e achei que devia proceder com essa bela maneira de publicar algo interessante e original neste meu espaço. Fruto dessa minha reflexão, nasceu também a ideia de transcrever a letra de uma música na qual tropecei recentemente e que me transportou imediatamente para mil nove e noventa e sete (1997). Lembrou-me de tempos idos, cerveja assada e sobretudo de ter menos dez anos do que tenho hoje.

Trata-se de uma bela peça do electro-repetitivo de autores desconhecidos por mim mas que não é senão um dos mais altos e garridos estandartes do seu género musical e posso adiantar que a ingestão massiva de bebidas alcoólicas ao seu som (da música, não das bebidas) tende a produzir efeitos estranhíssimos. Pelo menos para pessoas normais.

Tive algumas difculdades na transcrição da letra dessa música e peço a quem a conhecer que, caso detete (bela palavra esta… detéte… detéte) perdão… caso alguém encontre um erro no texto, que o ignore.

Aqui vai:

Daft Punk “Around the World”:

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world

Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world
Around the world, around the world.

ºh~

Dúvida do dia

July 2, 2007

Passeava eu calmamente pela agradável tundra branduína quando fui assaltado pela seguinte dúvida:

O que será uma “arroxada no trombil” ?

Assim do nada, a dúvida atacou subitamente e deixou-me de mãos a abanar e com uma incompreensível vontade de cuspir água em cima raparigas com menos de vinte anos.

Tinha de resolver este problema, não fosse eu, sem querer, ser mal educado com alguma menina.

Ora deixa lá ver:
Arroxada.

Nada no dicionário… a menos que seja correctamente escrito com “z” em vez de “x”, dada a proximidade destas duas letras na ordem normal do alfabeto.

Arrozada.

iguaria feita com arroz.

Está muito bem. Resta saber o que será um “trombil“.

A primeira pesquisa no dicionário revelou-se infrutífera e restou-me a suposição algo rebuscada de que se trate de uma elegante bacorada para o peixe acantopterígio também chamado peixe-sapo mas mais conhecido como tamboril. Parece justificável que se troque a ordem de uns caracteres e que se subtraia alguns outros e, ao invés de tamboril, se escreva trombil.

Assumindo isto pelas muito sub-estimadas artes da dedução, concluí parvamente que se tratava de um arroz de tamboril em proporções maiores do que o normal. Daí também a terminação “ada” em arrozada que indica uma “vasta quantidade de” ou um “grupo muito grande”.

Uma Arrozada de Tamboril, sim snhôr. A verdade é que não tinha dúvida nenhuma a assaltar-me. Estava era com fome. Acho eu.

Estranhamente, a vontade de cuspir água para cima de raparigas com menos de 20 anos, mantém-se… porra.

McAco, trintitrês mais um

June 11, 2007

Ó Macaco, olha lá:

Ainda há uns doze meses estavas tu muito ocupado a fazer trinta e três anos e pumba, já tas tu a fazer trinta e quatro. É incrível. Tenho que te dizer que, se manténs este ritmo, daqui mais doze tas a fazer mais ou menos trinta e cinco. Ve lá se abrandas rapagão…

Em todo o caso, deixo-te aqui os meus sinceros parvabéns e aproveito também para deixar uma cançoneta da mais pura verdade musical:

For he’s a jellyfish fellow
For he’s a jellyfish fellow
For he’s a jellyfish fellow
For he’s a jellyfish fé- é -low

infelizmente, não me lembro agora como acaba.
Seja o que for, é verdade.

Atenciosamente.
ºh~

callousness

January 23, 2007

i now hold myself up in comparison
and a constricting joy
takes over my pressurized core
i can’t see the slightest resemblance

anymore.

“a callous theme” by infrano.